Captura de Nicolás Maduro pelos EUA

Atualizado em 5 de janeiro, 2026 às 14:23

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Captura de Nicolás Maduro pelos EUA

Visão geral

A Captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos refere-se a uma operação militar realizada em 3 de janeiro de 2026, na qual forças militares americanas atacaram Caracas, capital da Venezuela, e prenderam o então presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores. A ação, ordenada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, resultou na transferência de Maduro para Nova York, onde enfrentará acusações de narcoterrorismo e outros crimes. O evento gerou uma crise política e diplomática internacional, com reações diversas de líderes mundiais e organizações, e levantou questões sobre a soberania nacional e o direito internacional.

Contexto histórico e desenvolvimento

A operação de captura de Nicolás Maduro foi o ápice de meses de escalada nas tensões entre os Estados Unidos e a Venezuela. Desde o início de 2025, o governo Trump intensificou as hostilidades contra Caracas, designando organizações criminosas venezuelanas como grupos terroristas, aumentando a recompensa por informações que levassem à prisão de Maduro e reforçando a presença militar americana no Caribe. Operações navais foram realizadas para combater o narcotráfico, e sanções econômicas foram implementadas, incluindo um bloqueio total de petroleiros sancionados venezuelanos. Em dezembro de 2025, o espaço aéreo venezuelano foi fechado para voos americanos, e cidadãos dos EUA foram aconselhados a deixar o país.

A operação militar em si, denominada "Operação Resolução Absoluta", foi planejada e executada por forças de elite dos EUA, incluindo a Força Delta. Houve um ataque aéreo massivo contra infraestrutura militar venezuelana, como o Forte Tiuna, a Base Aérea Generalíssimo Francisco de Miranda e o Porto La Guaira. A ação foi acompanhada em tempo real por Donald Trump e sua equipe. Maduro e sua esposa foram capturados no Forte Tiuna, transportados de helicóptero para o navio USS Iwo Jima, e depois levados para Nova York. O presidente Trump declarou que os EUA iriam "administrar" a Venezuela interinamente até uma transição de governo.

Linha do tempo

  • Início de 2025: Governo Trump intensifica hostilidades contra a Venezuela, designando organizações criminosas venezuelanas como grupos terroristas.
  • Agosto de 2025: EUA aumentam recompensa pela prisão de Nicolás Maduro e reforçam presença militar no Caribe.
  • Setembro de 2025: Forças americanas iniciam ataques a embarcações no Caribe e Pacífico, alegando combate ao narcotráfico.
  • Novembro de 2025: EUA fecham espaço aéreo venezuelano e aconselham cidadãos a deixar o país.
  • Dezembro de 2025: Trump ordena bloqueio total de petroleiros sancionados venezuelanos.
  • 3 de janeiro de 2026 (madrugada): Lançamento da "Operação Resolução Absoluta" pelos EUA. Ataques aéreos em Caracas e captura de Nicolás Maduro e Cilia Flores no Forte Tiuna.
  • 3 de janeiro de 2026 (noite): Maduro e esposa chegam a Nova York e são detidos em centro de detenção.
  • 4 de janeiro de 2026: Reações internacionais, com condenações de países como Brasil, China e Rússia, e apoio de outros, como Argentina.

Principais atores

  • Nicolás Maduro: Presidente da Venezuela capturado pelos EUA.
  • Donald Trump: Presidente dos Estados Unidos que ordenou a operação.
  • Cilia Flores: Esposa de Nicolás Maduro, também capturada.
  • Delcy Rodríguez: Vice-presidente da Venezuela, que assumiu a presidência interinamente por ordem do Tribunal Supremo de Justiça e com apoio das Forças Armadas venezuelanas.
  • Marco Rubio: Secretário de Estado dos EUA, envolvido nas discussões pós-captura.
  • Pete Hegseth: Secretário de Defesa dos EUA.
  • General John Daniel Caine: Chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, que liderou a operação.
  • Força Delta: Unidade de elite do Exército dos EUA responsável pela captura.
  • Brasil: Condenou a ação militar, classificando-a como violação do direito internacional.
  • China: Pediu a libertação imediata de Maduro e sua esposa, condenando a ação como violação da soberania.
  • Rússia: Classificou os ataques como "ato de agressão armada" e pediu sessão urgente do Conselho de Segurança da ONU.
  • União Europeia: Pediu uma transição pacífica para a democracia na Venezuela e expressou preocupação com a violação do direito internacional.
  • Coreia do Norte: Afirmou que os ataques dos EUA são a "forma mais grave de violação de soberania".
  • Javier Milei: Presidente da Argentina, que celebrou a captura de Maduro.

Termos importantes

  • Operação Resolução Absoluta: Nome dado pelos EUA à operação militar que resultou na captura de Nicolás Maduro.
  • Narcoterrorismo: Acusação principal contra Nicolás Maduro nos Estados Unidos, referindo-se à sua suposta liderança do Cartel de los Soles.
  • Cartel de los Soles: Suposta organização de tráfico de drogas liderada por militares venezuelanos, à qual Maduro é acusado de estar ligado.
  • Doutrina Monroe: Política externa dos EUA do século XIX que visava impedir a intervenção europeia no Hemisfério Ocidental, revisitada por Trump como "Doutrina Donroe" para justificar a dominância americana na região.
  • Forte Tiuna: Maior complexo militar da Venezuela, onde Maduro e sua esposa foram capturados.
  • DEA (Agência Antidrogas dos EUA): Agência federal americana responsável pela aplicação das leis de controle de drogas, onde Maduro foi fichado após sua chegada aos EUA.
  • CELAC (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos): Bloco regional que reúne 33 países da América Latina e do Caribe, que se reuniu para discutir a situação na Venezuela.

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